quinta-feira, 30 de junho de 2011

Terror : O diário


       Rebeca era uma garota curiosa que adorava descobrir coisas novas e saber o porquê delas, ela mancava por um acidente de carro que haverá sofrido e por isso muitos colegas do bairro onde vivia sombavam dela, certo dia a mãe dela, dona Raimunda, uma senhora simpática e tranqüila, pede à filha que vá ao mercadinho do bairro comprar mantimentos. Ao voltar para casa ver garotos correndo muito eufóricos pela rua e pergunta para Vinícius um garoto de sete anos o que estava acontecendo.
__ O que foi garoto? – Rebeca
__ Eu e meus amigos estávamos empinando pipa, quando uma das pipas caiu no quintal de dona Marinete, fomos tentar pegar, mais ela ouviu e nós saímos correndo. – Vinicius
Sem dá mais explicações Vinicius e os seus amigos voltam a correr quando a velha senhora, que todos do bairro temiam por surgir alguns boatos misteriosos sobre ela, aparece na porta de sua casa. Como Rebeca nunca acreditou em tais histórias, resolve tentar recuperar a pipa do garoto que quando dava explicação a ele aparecerá com os olhos cheios de lagrimas e vai até a casa da senhora. Ao chegar lá, ela ainda estava na porta de sua casa.
__Senhora, será que eu poderia pegar a pipa dos garotos que caiu em sua casa? – Rebeca
__ Esses garotos vivem me atentando, mas venha garota te darei a pipa, porem fale pros seus amigos que na próxima vez eu não devolverei. - Senhora Marinete
Rebeca, sem mostra nem um medo acompanha a senhora até uma arvore de laranjas. Chegando lá, Rebeca ver a pipa em cima da arvore.
__ Senhora, será que eu posso subir para pegar. - Rebeca
__ Pode, mas tome cuidado, eu não vou me responsabilizar por nada. - Senhora Marinete
Rebeca sobe na arvore, para tentar pegar a pipa, quando estava quase alcançando escorrega em um galho da arvore e cai.
__ Garota, tudo bem? Eu falei pra você tomar cuidado. - Senhora Marinete
__ AI... Meu tornozelo está doendo. - Rebeca
A senhora Marinete, ajuda Rebeca a se levanta e leva pra dentro de sua casa, lá, senhora Marinete, a coloca em seu quarto na cama.
__ Espere garota, vou buscar água pra limpar essas feridas no seu tornozelo. - Senhora Marinete
Ao sair do quarto, Rebeca começa a olhar para todos os objetos e mobilhas, ao contrario do que muitos falavam que a casa dela seria escura e fedorenta, era totalmente ao contrario: vários vasos de flores, quarto bem ventilado, parecerão incrível como alguém com aquela harmonia física, possuía uma casa tão alegre.
Dona Marinete, volta ao quarto...
__ Pronto garota, vamos vê esses teus machucados. - Diz Senhora Marinete enquanto passava um pano molhado sobre os ferimentos no joelho.
__ Porque a senhora age desse jeito? – Rebeca
__ Como assim garota? - Senhora Marinete
__ Esse jeito, tão fria, a senhora não é assim, consigo percebe isso. - Rebeca
__ Deixa de ser ingênua garota, minha vida é uma completa escuridão. - Senhora Marinete
Rebeca percebe um porta retrato em uma escrivaninha, e era uma garota jovem , que nunca haverá visto pelo bairro, e curiosa pra saber de quem se tratava pergunta:
__ Quem é aquela senhora Marinete? – Rebeca
__Aquela é minha filha - Senhora Marinete
__ O que aconteceu com ela? Nunca a vi por aqui, ou ao menos vindo visitar a senhora- Rebeca
__ Ela morreu - Senhora Marinete
__ Como? –Rebeca
__ Sem mais perguntas garota. Qual o numero do telefone dos seus pais para eu ligar para eles vim a buscar? - Senhora Marinete
__ Sinto muito pela sua perda. – Rebeca
Rebeca deu o número do telefone de sua casa para a senhora Marinete, que ligou para seus pais e minutos depois eles foram a buscar.
Depois daquele dia, os outros dias foram normais  Rebeca nunca via dona Marinete sair para a rua, ou ao menos conversa com algum vizinho. Todos os dias de manhã ao voltar da escola, Rebeca passava pela porta de dona Marinete, que todos os dias naquele horário, estava como sempre regando as plantas da frente de sua casa.
Em um dia normal com esses, Rebeca passa pela porta da casa da Senhora Marinete, e ao contrario dos outros dias encontra dona Marinete caída no gramado em frente de sua casa e corre para ajudar, Rebeca pede ajuda a vizinhos, que ligam para a ambulância, e minutos depois a ambulância chega ao local e socorre dona Marinete.
Vendo que Rebeca se importava com dona Marinete, os pais de Rebeca, pagam todas as despesas do hospital. Segundo os médicos dona Marinete, tinha um grave problema de saúde que por não ter sido tratado antes seria irreversível e dando a ela mínimos dias de vida e sem poder fazer nada dão alta a ela e a mandam para casa.
Aparte daquele dia, Rebeca sempre passava na casa de dona Marinete para li fazer companhia e pra ver como ela estava. Em um desses dias estava muito chuvoso e com todos de sua casa fazendo seus afazeres Rebeca resolve fazer uma visita a dona Marinete, chegando lá como sempre dona Marinete, estava deitada em sua cama.
__Oi dona Marinete, como estar se sentido? – Rebeca
__ Bem, vendo o filme da minha vida e vivendo os últimos minutos. – Senhora Marinete
__ Dona Marinete, não diga isso, a senhora ainda vai viver muito tempo. -Rebeca
__ Não garota, minha história esta chegando ao fim. - Senhora Marinete fala olhando profundamente para Rebeca
__ Preciso da sua ajuda. – Senhora Marinete
__ O quê que a senhora quer que eu faça?- Rebeca
Dona Marinete olha pra Rebeca procurando confiança e retira de trás do seu travesseiro um livro bem velho e de capa amarronzada.
__Destrua esse diário?!- Senhora Marinete
__ Por que a senhora quer que eu destrua o diário? Ele parece ser tão interessante- Rebeca
__ Ele não é um diário qualquer, ele matou minha filha. - Senhora Marinete
__ Como assim?- Rebeca
__Isso aconteceu há muito tempo, eu era jovem e estava com minha filha e meu marido em uma praia, minha filha estava brincando na areia e achou esse diário, ela pediu pra ficar com o diário e eu sem muito ligar, deixei. Uma semana depois encontrei minha filha morta no quintal dentro de uma caixa d’água com o diário na mão. Os investigadores e peritos que aqui estiveram afirmaram que ela tinha se suicidado, para mim o diário a induziu aquilo - Senhora Marinete
__ Nosso, que triste. - Rebeca
__Nunca pode saber o que esta escrita nesse diário porque não sei ler, mas aparte do memento que minha filha encontrou esse diário, ela ficou totalmente diferente, todos os dia vinha correndo da escola para ler o diário, nem queria almoçar, e quando brigava com ela, ela me olhava de um jeito assustador, não parecia, mas minha linda e dócil filha. - Senhora Marinete
__ Tudo bem, eu faço o que a senhora esta pedindo, agora eu tenho que ir, porque se não minha mãe vai ficar preocupada. – Rebeca fala tirando o diário da mão de dona Marinete
__ Espere garota, por favor, por mais que sinta vontade de ler o diário, não o leia. - Senhora Marinete
__ Tudo bem, agora tenho que ir. - Rebeca
Rebeca volta pra casa e fica refletindo sobre tudo que dona Marinete haverá lhe falado. No dia seguinte, ao voltar da escola Rebeca é recebida por uma triste noticia, dona Marinete haverá morrido na noite passada. O dia foi de muita tristeza para Rebeca. Ao final da tarde ao voltar do funeral vai até seu quarto trocar de roupa e avista o diário que dona Marinete haverá lhe dado em cima da cama, algo que li intrigava , por ter certeza de ter deixado o diário dentro de seu guarda- roupa ,  mas sem dar muita importância, vai jantar com seus pais.
Horas depois vai dormi e sonha com as palavras que dona Marinete haverá li falado e no dia seguinte ao acorda resolve destruir o diário, então pega uma caixa de fósforos e Álcool e vai para o quintal de sua casa. Chegando lá ao tentar queima o diário senti não ter o controle das suas mãos, que a impedem de queimá-lo. Sem saber o que estava acontecendo e sentido o frio gelado, Rebeca corre para seu quarto. Ao chegar a seu quarto joga o diário no chão e deita em sua cama e se enrola em seu coberto , quando a porta de seu quarto se abre, o pavor toma conta de Rebeca que grita, era sua mãe.
__ O que foi querida? Vi a passar correndo pela cozinha e vim vê o que estava acontecendo. - a mãe de Rebeca fala.
Com pânico nos olhos Rebeca abraça a mãe e não fala nada. Sentido medo Rebeca dorme a noite no quarto dos pais. No dia seguinte ao chegar a casa, a mesma coisa do dia seguinte acontece, o diário está lá, posto em cima da cama de Rebeca, e ainda mais, aberto na primeira pagina. Rebeca, sem tentar ler as palavras que estavam escritas no diário, chega perto e tenta o fecha, mas ao chegar perto do diário, como se não tivesse controle do seu corpo seu pescoço se virá e seus olhos começam a ler as poucas palavras.
Estava escrito:
Oi Rebeca
Hoje seu dia não vai ser nada bom, a Aline uma das patricinhas da sua sala e seu grupo vão colocar chiclete em seu cabelo e  você vai ficar com muita raiva, todos da sua sala vão rir de você quando verem você com o chiclete no cabelo. Ma não fique triste linda, pois você me terá como seu aliado e saberá tudo que irá acontecer em sua vida antes que as coisas aconteçam, podendo assim interferirás... Alexandro
Tendo lido aquilo, Rebeca fica apavorada, quem poderia ser aquele Alexandro? Como ele sabia o nome dela? O que eram todas aquelas coisas que ele avia li contado. A janela do quarto se abre e por dentro do quarto se passa um frio estreme dor, o diário se fecha der repente, Rebeca, apavorada, sai correndo do quarto.
No corredor da casa, Rebeca esbarra em sua mãe.
__Querida o que aconteceu? – a mãe de rebeca pergunta, vendo o desespero da filha.
__ Mãe, o diário – Rebeca
__ Que diária querida? – mãe de Rebeca
__ Aquele diário que a dona Marinete me deu para que eu o destruísse, mas eu não consigo. Vem mãe ver o diário que eu mostro o que está escrito nele e a senhora vai entender. - Rebeca
Tentando entender do que se tratava a mãe de Rebeca vai até o quarto da filha, que quando chega lá percebe um pequeno livro em cima da cama da filha.
__ Olha mãe, é aquele diário – Rebeca
A mãe de Rebeca pega o diário e o abre e fica encantada com os lindos desenhos e histórias que haverá escrito no diário. Rebeca fica completamente confusa e chega perto do diário e não ver nada do que a mãe afirmava que estava lendo, mas sim aquelas palavras que outra hora ela própria haverá lido.
__ Mãe, a senhora não esta vendo o que está escrito ai? – Rebeca
__ Claro querida, são lindas histórias. - Mãe de Rebeca
Rebeca, fala pra mãe que não quer aquele diário e pede para mãe o queimar, mas a mãe encantada com as histórias e os desenhos encantadores do diário nega o pedido da filha e o coloca em uma estante no quarto da filha.
Rebeca fica surpreendida com que acontece duas horas depois: já tinha ido para a escola, e acontecerá exatamente aquilo que o diário a descreverá, a garota mais popular da sala haverá colocado chiclete em seu cabelo e toda a turma haverá rido dela.
Ao chegar em casa ela tenta convencer a mãe do que haverá acontecido e como da vez passada não acredita na filha.
Os dias se passam e a cada dia Rebeca fica ainda mais surpreendida, o diário a contava tudo que iria acontecer antes que acontecesse, mas aquilo não era bom, pois o diário a contava de uma forma, mas as coisas aconteciam diferentes e piores, coisas que nunca aviam acontecidos com ela estavam acontecendo, tentou contar a amigos o que estava acontecendo, mas os amigos em vez de ajuda lá se afastavam dela pensando que estava louca.
Rebeca não dormia direito, com medo do diário que vibrava a noite inteira em cima da estante, se contasse a seus pais eles não acreditariam, e seus amigos, nem falavam mais com ela, na escola os amigos da classe tinham tanto medo dela que alguns pais de alunos pediram que a escola a esposassem o que depois de alguns tempos, verdadeiramente haverá acontecido.
A família não agüentando mais a filha que só falava do diário e a falação de todo o bairro justificando que a garota estava louca, os pais de Rebeca consultaram profissionais na área de psiquiatria, como muitos não acharam resposta para o que estavam acontecendo, pois exames relatavam que a garota estava completamente normal, os pais decidiram interna lá em uma clinica psiquiatra.
Rebeca é internada na clinica e como se nada que os médicos fizessem, fizesse efeito, Rebeca fica internada na clinica por mais dois anos até sua morte que misteriosamente segundo médicos da clinica talvez o mais correto de que teria acontecido é que ela tenha se sufocado com o travesseiro em sua cama.
Anos depois de sua morte, um casal espirituoso entra em contato com os pais de Rebeca e que contam a eles que aquele diário de quem tanto Rebeca falava, era um diário de um garoto chamado Alexandro que segundo eles, viveu muitos séculos atrás.
 Alexandro era um jovem bruxo, que com seu poder de persuasão, adorava induzir as pessoas a se suicidarem, contando a elas como seria seus dias e as fazendo acreditar que todos a sua volta estavam contra ela. Alexandro foi caçado por parentes de pessoas que se suicidaram e vendo que não conseguiria se esconder por muito tempo e querendo que seu poder de persuasão continuasse a existir, Alexandro escreve em um diário, coisas enigmáticas e pois sobre o diário um certo tipo de magia, o diário seria indestrutível e aquela magia só atingiria adolescentes de sua mesma idade  . Tendo terminado de enfeitiçar o diário em uma velha cabana, aparecem caçadores atrás dele, então ele pega o diário, sai correndo até chegar em uma praia, chegando lá só encontra tempo de enterrar o diário até que caçadores o acertassem com tiros nas costas.
Segundo relatos o que provavelmente teria acontecido é que a filha da Senhora Marinete, teria achado o diário e tenha sido induzida a se matar e como a Senhora Marinete  não conseguiu destruir o diário pelo seu estado emocional em ter pensado que sua filha teria morrido por culpa daquele diário, e pensando que o livro poderia ser destruído, pede nos seus últimos instantes de vida para Rebeca o destruir, o que não foi possível pois o diário era indestrutível .
Sendo o livro indestrutível, os pais de Rebeca decidem enterra ló em uma floresta que ficava perto de sua casa, chegando lá o pai de Rebeca cava um buraco, não tão fundo e enterra o diário afim de que nunca fosse encontrado.
Dias depois... Dois jovens estavam passeando pela floresta
__Em fim primo chegou o dia de desenterrar a velha caixa de desejos que nós enterramos quando criança. – um dos jovens
__ Olha, que diário é esse enterrado perto da nossa caixa?- Outro jovem

                                                                              Autora: Slife

O que achou ?Deixe um comentário.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Românce : Escolhas ...tudo depende de escolhas

                 
A vida é feita de escolhas, escolhas impensadas, as vezes nos marcam pelo resto da vida.
Tudo começou, quando eu,Ene, loira de olhos verdes e cabelo encaracolado, tinha dez anos, quando minha mãe,Juliette,  uma das mais ricas senhoras da sociedade, dona de varias empresas,viúva, conhece, Elizabete, uma, rica e também viúva senhora da sociedade, que tinha um filho, o Diones , forte e auto. Ao longo de toda a minha adolescência pelo que via , a minha mãe e a senhora Elizabeth, sempre foram ótimas amigas, eu e o Diones, praticamente crescemos juntos, ele era como se fosse meu irmão.Até que um dia...
___ Oi, mãe – Ene
___ Oi querida- Juliette
___ Mãe aconteceu alguma coisa?, a senhora parece tão abalada .- Ene
___ Querida,estamos com sérios problemas econômicos, precisamos de uma entrada de dinheiro rapidamente, ou as empresa do seu pai vão a falência.- Juliette
___ A mãe, que problema, o que nós vamos fazer ? -Ene
O telefone toca...... a minha mãe vai atender.
___ Alo!- Juliette
___ Oi é o Diones,  eu estou desesperado, eu não sei mais pra quem ligar. - Diones
___ O que foi que aconteceu garoto ? - Juliette
___ Minha mãe desmaiou em casa, chamei uma ambulância e eles a trouxeram, ao hospital do centro da cidade, ela está em estado grave, eu não sei o que fazer ... - Diones
___ Calma, fique calmo, eu estou indo agora mesmo  pra ai. - Juliette
Minha mãe e eu  fomos ao hospital, quando chegamos lá, nada mas podia se fazer, Elizabeth estava morta , sofreu um ataque cardíaco e não resistiu.
Como a Elisabeth e o filho dela não tinham parentes então a minha mãe ficou responsável por organizar todo o funeral.
Alguns dias depois, após o funeral,  minha mãe manda eu ir até a casa de Elisabeth, para ver como o Diones estava.
____ Desculpe senhorita, mas o patrão mandou informa que não quer receber visitas de ninguém - a empregada da família me  fala.
Sem muito ligar para o que a empregada dizia e sabendo que o Diones precisava de ajuda resolvo entrar assim mesmo, a empregada tenta me impede mas percebendo que não ia conseguir me combater ,  me deixa subir as escadas da casa até o quarto dele.
Chegando ao quarto dele, a cena que vejo é lamentável. O Diones deitado em sua cama, muito pálido.
___ Diones... ? - Ene
___ Ene, o que esta fazendo aqui ?, eu  disse para sofi, dizer que eu não queria receber visitas.- Diones
___ E você acha que uma empregada vai consegui me deter !? Vamos, levante  agora mesmo daí e vá toma um bom banho. - Ene
___ Ah, Ene, não vai querer banca minha mãe, Ne ?- Diones
___ Se for preciso vou mesmo, agora levanta logo daí, antes que eu te der um  banho de água fria.- Ene
Sem saída, Diones se levanta e vai ao banheiro. Eu tentando, dá um pouco de vida ao quarto que mais parecia um cemitério, abro as janelas.
___ Diones, não demora, vou estar te esperando lá embaixo.- Ene
Fui espera- lo na sala de estar e minutos depois o Diones desse, um pouco  melhor.
___ Agora sim, está bem melhor.- Ene
___ Agora já terminou de bancar minha mãe ? - Diones
___ Calma extresadinho, ainda não,quero dá uma voltinha no jardim com meu filhinho querido. - Ene
___ Ok, tudo bem...... - Diones
Para tentar animar um pouco mais o Diones, resolvo levar ele pra dá uma volta no jardim. Foi um belo passeio, tentei dar alguns conselhos ao Diones, tentei consola lo, sabia que não era fácil pra ele perde a única família que tinha. Ao fim da tarde resolvo ir pra casa, mas vendo que o Diones ainda precisava de um ombro amigo, prometo a ele que irei o visitar todas as tardes.
Aparte daquele dia , todas as tardes ia o visitar, nós sempre conversamos muito, eu dava conselhos a ele, ele me ajudava em alguns problemas pessoas, sempre nos divertíamos andando a cavalo, banhando na piscina e fazendo inúmeras brincadeiras divertidas que nós mesmos inventávamos.
Um belo dia, estávamos passeando pelo Jardim da casa dele, quando paramos e o Diones me fez uma pergunta que talvez eu preferisse que ele nunca tivesse perguntado a mim.
___Ene, nós somos amigos desde criança, eu sempre considerei você como uma irmã, até que um dia isso começou a mudar, senti algo diferente por você, que no começo não achei explicação, mais hoje sei , estou apaixonado por você e quero casar com você, você quer casa comigo ? – Diones
Fui pega de surpresa, sempre vir o Diones como um irmão, fiquei sem saber o que responder, não queria que o Diones ficasse triste, já bastava a tristeza de ter  perdido a mãe, e nessa duvida incomodante, peso  a ele um tempo, que me entendendo,  aceita.
Ao fim da tarde, voltei pra casa, minha mãe estava em seu quarto descansando e tendo a ela como única pessoa que poderia me ajudar naquele momento, vou falar com ela.
__ Mãe , eu preciso falar com a senhora, a senhora não sabe o que aconteceu.- Ene
__ Calma querida ,  você parece tão eufórica, o que foi que aconteceu ? – Juliette
__ O Diones me pediu em casamento, eu sem saber o que fazer, pedi a  ele um tempo – Ene
__Querida, como isso pode acontecer isso assim, de uma hora pra outra ? – Juliette
 __ Eu não sei mamãe, só sei que ele pediu assim, sem mais nem menos. – Ene
__ Talvez esse casamento seria bom pra nós, poderia salvar  todas as empresas do seu pai ,já que ele herdou todo o dinheiro que era da mãe. – Juliette
__ Mãe, eu não quero casar com ele pelo dinheiro – Ene
__ Ene, filha, você tem que aceitar esse pedido, essa vai ser nossa salvação e você em onra a seu pai tem que ajudar a salvar as empresas dele. - Juliette
__ Mãe, eu não vou fazer isso. - Ene
__ Filha, sinto muito, você vai ter que fazer isso. – Juliette
Sem alternativas, e contra minha vontade , no dia seguinte aceito  o pedido de casamento do Diones, que fica inconfundivelmente feliz.
Dias depois nós nos casamos, foi uma festa linda, por mais que tenha sido contra minha vontade, foi o dia mais feliz da minha vida, foi um dia pelo qual eu nunca tinha me sentido tão feliz.
Depois do casamento, notei que o brilho do olhar do Denis que haverá apagado com a morte da mãe, estava acesa de novo , estava feliz, por  mesmo não estando feliz no casamento mas saber que estava fazendo uma pessoa feliz.
Em  uma tarde, resolvo fazer uma visita a casa da minha mãe , que ficou muito feliz em me rever, conversamos de como estava o casamento , e...
__ Filha, quando você já vai poder mexer no dinheiro do seu marido ? – Juliette
__Não sei mamãe e sinceramente não sei se deveria. – Ene
__ Claro que deveria filha, você é agora mulher dele- Juliette
__ Filha, eu estava pensando outro dia, e passou algumas idéias na minha cabeça, que ajudariam nosso futuro- Juliette
__ Que idéias mamãe ? – Ene
__ Você já deve ter percebido que seu marido gasta muito em doações para orfanatos e instituições de caridade né ?- Juliette
___ Sim ,ele doa todos os meses, e o que isso tem a ver ? – Ene
___ Seu marido gasta de mais, daqui a pouco ele acaba com todo o dinheiro  que a mãe dele o deixou só em fazer doações – Juliette
___ Não chega a tanto, a mãe dele deixou muito dinheiro, não tem como acabar de uma hora pra outra. – Ene
__ Querida... dinheiro  na mão de pessoas inexperientes é como doce na mão  de uma criança, ela devora rapidamente,  então estava pensando que esse dinheiro poderia ficar em mãos de pessoas mais experientes, como nós .O que você acha ? – Juliette
___ Mãe, eu não quero tirar o dinheiro do Diones. - Ene
___ Chega de enrolarão mocinha, você vai fazer tudo que eu mandar e ponto, seu pai se sacrificou pra ajudar você a se criar e é assim que você o retribui? – Juliette
Minha mãe me mostra um frasco pequeno contendo inúmeras pílulas.
___ Está vendo este frasco ?. Você vai colocar todo dia uma pílula dessa nó café do seu marido, apenas uma.Entendeu ?
__ Mãe... o que é isso ?
__ Sem perguntas, faça isso, e logo, logo, teremos dinheiro suficiente para tirar as empresas de seu pai  da lama. – Juliette
Sem muito entender o que era aquilo, e sem saber direito o que estava fazendo, sigo as ordens da minha mãe e toda o dia de manhã, colocava uma pílula daquelas no café do Diones.
Dias se passaram e a cada dia sentia o Diones mais fraco e mais pálido, tentei conversa com minha mãe pra mim poder parar de dar aquilo pra ele, mais ela me obrigava e eu não conseguia dizer não.
Fazíamos um ano  de casados e mesmo o Diones se sentindo mal, ele resolveu me levar pra jantar em um restaurante, lá ele me dá uma prova de amor incrível ,que cheguei até me senti triste por não retribui tanto amor,ele compra pra nós dos daqueles cordões , que cada um tem a metade de um coração que se encaixam perfeitamente, muito lindo, além disso me falou palavras belíssimas, que ao mesmo tempo que me faziam feliz por me senti amada, e  me apunhalavam pelas costas por saber que não merecia aquilo.
No dia seguinte acordo espantada, o Diones  não estava conseguindo respirar, corro rapidamente ao telefone e ligo pro medico da família que depois de alguns minutos chega, quando o medico chega, pede pra que eu saia do quarto, pois me via muito agitada, ao sair do quarto, desesperada, ligo pra minha mãe.
___ Alo,mãe, o Diones amanheceu sentindo muita falta de ar, ele parece estar muito mal ,mãe.- Ene
___ E... o remédio ta fazendo efeito- sinto minha mãe falar abafado bem baixo.
___ O que mãe ? –Ene
__ Nada filha ,a tarde eu passo ai, querida acho bom você levar um como d’ água a seu marido e aproveite coloque uma daquelas pílulas no  copo dele . – Juliette
__ Pra que as pílulas? – Ene
__ Não faça perguntas ,apenas leve a ele – Juliette
Depois de falar com minha mãe, vou até a cozinha pego um copo d’ água e uma  pílula pra colocar dentro do copo d’agua e sigo em direção ao quarto onde estava o Diones, chegando lá encontro o Diones já respirando melhor e o medico pede pra que eu fique com ele por enquanto que ele ia ao banheiro.
__ Oi querida, onde você estava ? –Diones
__ Estava pegando um copo d’ água pra você na cozinha.- Ene
Tremula com o copo d’ água na mão levo até o Diones, que o segura em suas mãos, ao tentar me afastar do Diones, ele segura em minha mão.
__ Espere querida, quero li falar algumas coisa. – Diones
Sem palavra alguma sair da minha boca ouço tudo o que o Diones me fala:
___ Sei que algum tempo você vinha colocando algumas coisas em meu café da manhã, um dia desses te peguei chorando colocando algo nele, depois que comecei a me senti mal, fui ao medico, o medico mandou eu fazer uns exames e em alguns deles foram comprovadas substâncias de envenenamento, primeiramente não acreditei, mas depois quis testa se você gostava de mim de verdade e perguntei ao medico quanto tempo de vida teria se continuasse ingerindo essas substancias, ele não me deu muito tempo, mas continuei inserindo normalmente o café que você me dava de manhã pra ver por quanto tempo você ia continuar me dando aquelas substâncias , eu acreditei em você , acreditei que você me amava e ia parar de me dar aquelas substâncias , mas pelo que vi , acho que me enganei. Mas, por mais que tenha feito isso, quero que você saiba que eu te perdoou, por ter feito isso e te  amo muito, sempre te amei, sei que fez isso por que sua mãe obrigava você, vi você conversando com ela pelo telefone, tudo isso por qualsa do meu dinheiro, pois as empresas do seu pai estão falindo, tudo por dinheiro, não te culpo, pois o culpado sou eu, esperei muito de você, pensei que aprenderia me amar, mas se é dinheiro que você quer aqui está dinheiro, deixei 50% de meus bens pra você no testamento . - Diones
Aquelas palavras fizeram com que eu caísse em mim, o que eu tinha feito ?, aquela não era eu, eu jamais mereceria perdão.
___ Eu juro que não queria fazer isso – Ene
__ Eu sei querida, não se culpe, eu  não guardo ranço algum de você, eu te amo. - Diones
Diones bebe o copo d’água que eu haverá dado a ele num simples pensamento de que morreria pois naquele copo eu haverá colocado a pílula de envenenamento. Após ele bebe,cai em sono,  a culpa toma conta do meu ser , lagrimas rolam do meu rosto tentando amenizar a dor.
Caminho pela casa tentando não cair em desespero, chego a sala de estar e pego  atrás de um porta retrato, talvez meu fiel confidente e volto ao quarto onde estava o Diones, com a caneta que tão pouco consegue segura,  escrevo algumas palavras, que pra mi talvez seria necessária já que não conseguia tão pouco chorar, nem gritar, ao termino coloco em cima da mezinha do quarto e como se tudo parecesse sem sentido levanto vou até a cozinha, pego um copo d’ água e o frasco de pílulas que minha mãe haverá dado pra mim e sigo para o quarto, sento na cama com o copo d’ água  e umas dez pílulas das quais minha mãe tinha me dado em minha mão, e ingero cada uma.
 E assim, depois de ter ingerido todas aquelas doses, Ene, deita- se ao lado de Diosnes, e dorme um sono profundo, profundo, que nunca mais haverá de vê o sol amanhecer. E eu hoje, aqui,e Diones, termino as palavras que um dia minha esposa  não conseguiu termina e que talvez nem eu haverá de ter terminado se num ultimo estante minha esposa não tivesse provado que o amor que parecerá não existe um dia existiu, e em vez de pílulas mortíferas , nada mais do que calmantes.
                                                                            10 de outubro de 1987
                                            Autora : Slife
  O que achou ? Deixe um comentário.

Românce : Um ... em minha vida

                                    
Poucas pessoas sabem mais a vida é um longo aprendizado  que por vez não tem fim, por muitas vezes nos deparamos com situações que nos leva a pensar quer por uma questão ou outra pode ser a coisa mais surpreendente que já possamos ter visto , mas quando menos  se espera a vida nós mostra que por mais surpreendente que fosse sempre  tem-se algo a mais para ser visto.
Era férias de verão e eu, a estressada e radical,  Mande  e meus pais , Jennifer, enfermeira de um hospital e Caio, um engraçado e chato bancário, resolvemos passar férias na casa da minha avó, que morava em uma pequena cidade do interior, quase isolada, o que falando serio para mim era como estar no infer...
__ A que saco, mãe, pra que , que nós temos que ir logo pra casa da minha avó ? - Mande
__ Filha sua avó não vê você desde que tinha oito anos. -  Jennifer
__ É isso ai moçinha, e trate de se comporta, você já tem dezessete anos e aja como tal,  ela pergunta muito sobre você todas as vezes que ligamos pra ela, e quando falamos que íamos passar  as férias com ela, ela ficou muito ansiosa pra te rever. – Caio-
Aquilo parecia o fim das minhas tentativas pra voltar pra bela e badalada Nova York, agora o jeito era agüentar o verão no inteiro com  aquela chata da minha avó.
Horas depois da viagem ao chegar na casa da minha avó...
__ Oi querida quanto tempo !!! – Sr. Elena
__ Bom vê você  vovó – falei tentando agüentar ela espremer as minhas bochechas.
__ Oi filho, oi Jennifer, vamos entrar, vou mostra os quartos que preparei pra vocês - Sr. Elena
 Aquele parecia o meu fim.
__ traaakk...
De repente ouvi um estralo vindo dá floresta atrás da casa dá minha avó.
Minha avó aparece na porta:
__ Vem querida, vem se trocar, e arrumar suas coisas daqui a pouco vai escurecer - Sr. Elena
Não dando tanta importância ao estralo que ouvi, resolvo entrar.
Na hora do jantar...
__ Filho como foi a viagem? Encontrou muitos engarrafamentos ? - Sr. Elena
__ Não até que não encontramos muito não, né querida ? – Caio
De  repente um garoto, alto, com braços fortes, olhos castanhos claros, passa pela porta da sala rapidamente.
__ Oi Igor, não vai dar boa noite as visitas ?. Esse é meu filho Caio, a mulher dele Jennifer, e a filha deles Mande, aqueles de quem tanto falei - Sr. Elena
__ A sim, boa noite senhorita Jennifer, senhor Caio, e Mande , prazer conhecer vocês – Igor
__ É um prazer conhecer você também Igor, minha mãe  me falou  muito de você– Caio
__ Licença a todos, agora eu vou ir dormi que estou muito cansado – Igor
__ Não vai comer filho ?- Sr. Elena
__ Não, estou sem fome.- Igor
Igor se retira da sala de jantar
__ Mãe, agora você pode me contar melhor como o Igor veio para aqui, a senhora me contou pelo telefone mais não entendi direito – Caio
__ Ah claro filho, era uma noite chuvosa , estava relampeando muito quando eu ouvi um barulho pelas matas e saio pra ver o que tinha acontecido, chegando lá encontro o Igor caído no  chão todo ferido então trago o pra casa e cuido dele, e hoje ele me ajuda cuidando das velhas plantações do seu pai. - Sr. Elena
__ A senhora não sabe da onde ele veio? Quem são os pais dele ? - Caio
__ Não, ele não se lembra de nada e quando disse a ele que achava melhor o levar a delegacia pra ver se alguém procurava por ele, ele implorou pra que eu não fizesse isso, então eu deixei ele ficar aqui comigo, e até hoje ele está aqui, e ninguém nunca o veio procurar. - Sr. Elena
__ Nossa que história, mas eu já estou meia cansada, então acho melhor eu dormi –Mande
Se não bastasse agüenta as chatices minha avó, agora teria que agüenta as historinhas dela, vaila  me Deus. Melhor eu ir dormi , que esse povinho de interior tem costume de acorda com as galinhas.
No dia seguinte...
__ Bom dia filha, dormiu bem ? – Jennifer
__ A mãe, não faz piada, eu nunca conseguiria dormi bem com esse bando de praga – Mande
__ Hoje está um ótimo dia pra ir nadar no lago, levante- se logo e vá aproveitar. – Jennifer
Na mesa...
__  Oi querida dormiu bem ?- Sr. Elena
Olho pra minha mãe e ela olha pra mim disfarçadamente e digo :
__ Ótima, agora eu vou nadar no lago. ‘’ a única coisa legal pra se fazer naquele lugar’’- Mande
Igor entra na sala
__ Igor, será que você poderia levar a Mande ao lago? – Sr. Elena
__ Claro – Igor
__ Por que eu não posso ir sozinha vovó ? – Mande
__  É que ultimamente tem aparecido muitas cobras na beira do rio. - Sr. Elena
__ Então tudo bem. Vamos Igor ? – Mande
__ Vamos – Igor
__ Cuidado filha, e não se atrase para o  almoço . – Jennifer
Então nós dois partimos em direção ao lago sem trocar nenhuma palavra , eu não sei o que era mas tinha algo de diferente, algo mais que não consigo explicar no Igor. Ele me olhava de uma forma, como se estivesse com medo de mim.
Enfim chegamos ao lago, belo como sempre, água cristalina, varias  flores cresciam na sua  beirada , e aquele verde esplende dor das grandes árvores ao lado.
Não agüentando o desejo de me jogar no lago, corri e me atirei, já nem me lembrava como era bom nadar naquele belo e refrescante lago.
Vendo que Igor estava muito fechado e nervoso, resolvi dar um pouco de diversão a ele , peguei ele de surpresa de onde ele estava sentado perto do lago e o puxei pra dentro d’ água, no começo ficou com aquela cara de burro enraivada, mas depois todo sem jeito abriu um grande sorriso  e começamos a pular e correr na água. Olhando por esse ângulo, aquele lugar nem parecia tão chato.
Depois de alguns minutos, algo inesperado aconteceu, o Igor ficou der repente serio, saiu da  água e falou :
__ Vamos, já deve está perto da hora do almoço e sua avó pode ficar preocupada.
Não foi o jeito mais legal de termina um passeio, mas nós voltamos pra casa dá minha avó.
__ Oi , já voltarão ? –Sr. Elena
__ já, achei melhor voltar, eu vou pro meu quarto e não me esperem pra almoçar- Igor
Igor sem dizer mais nem uma palavra vai pro seu quarto.
__ Mande, aconteceu alguma coisa com o Igor ? – Caio
__ Não pai- Mande
__ então vamos almoça, mas que ele estava estranho ele estava- Caio
Aquela situação toda causou uma enorme interrogação na minha cabeça, por que o Igor tinha ficado tão serio no lago ? Por que ele era tão estranho ?
A tarde depois do café encontrei minha avó fazendo crochê na varanda, então com todas aquelas interrogações na minha cabeça resolvi conversa com ela.
__ Oi vovó, é que eu estou cismada com algumas coisas que estão acontecendo e eu queria que a senhora me esclarecesse  algumas duvidas.- Mande
__ Sim querida, qual  foi o problema ? - Sr. Elena
Eu contei tudo o que tinha acontecido no lago, tudo que eu notava de diferente no Igor e sem muito o que saber me falar ela fala :
__ Querida, existem perguntas que quando respondidas geram milhões de outras perguntas que quando vá a se tentar responder  nem sempre  tem respostas.
Ouvindo aquelas palavras as interrogações na minha cabeça só fizeram aumentar então resolvi tentar falar com o Igor de cara a cara e tirar todas as minhas dúvidas .
Fui no quarto dele bati na porta e ele não atendeu e como a porta estava aberta decidir entrar, quando entrei no quarto ele não estava e me perguntei como ele haverá saído se não o vi sair do quarto, quando olhei para o lado e a janela estava aberta, me aproximei da janela e seria impossível ele ter saído pela janela, o quarto dele tem a janela diretamente ligada a um barranco , então pensei, ‘’bem ele deve ter saído pela porta  e eu não percebi ‘’, mas que aquilo me deixou cismada isso deixou mesmo.
Passaram- se dias , via varias vezes o Igor passar apressado pela casa, mas não conseguia falar com ele, e aquelas interrogações  na minha cabeça só aumentavam.
Um dia resolvi dá uma volta pela floresta e relaxa um pouco, perto do lago havia visto um penhasco desde pequena então decide e  até lá . Nossa era um lugar muito lindo, encantador, de cima dele dava pra ver o  lago cristalino e o verde encantador das matas, lindo como eu nunca haverá visto antes.
__ crrraaauuuuuuu...
Olho rapidamente para trás e vejo uma onça enorme na minha frente,minha avó aviso pra mim nunca sair sozinha na floresta por qualsa de alguns relatos de aparecimento de onça mas eu não liguei pois pensei, ‘’como um lugar daqueles poderia haver animais tão agressivos como aquele’’. Agora estava ali sem saber o que fazer, sentia os dentes da fera batendo e ela já parecia senti o gosto do meu sangue em sua boca, desesperada e sem saber o que fazer começo a andar pra tas e quanto eu mais andava pra trás mas a onça vinha se aproximando de mim.Quando parecia o fim algo inacreditável aconteceu, algo com asas enormes apareceu na minha frente e muito assustada e sem saber que estava na beira do barranco grito e caiu. O que poderia ser aquilo ? penso, as perguntas vem a minha cabeça mas ao mesmo tempo a sensação de estar caindo e os choros desesperados caem de meu rosto pois saber que aquele seria o fim e não teria como sobreviver da queda daquele  barranco e fecho os olhos, pensando nisso quando sinto algo macio e suave me pegar no ar, quando abro olhos algo inacreditável acontece , era o Igor me levando em seus braços no ar para cima do barranco de novo, as perguntas já não vinham a minha mente, eu já não sabia o que pensar.
Ele me apoiou com os pés no chão em cima do penhasco, ao lado a onça morta, já sentia segurança  , olho para ele e ele está lá refletindo a luz do sol com as azas abertas, tremula ando pra trás , ele se aproxima.
__ Calma, não tenha medo, eu não vou te fazer nenhum mal – Igor
__ Igor, o que isso ai...? – Mande
Como mágica ele recolhe aquelas enormes  asas que desaparecem do seu corpo e senta no chão, eu já menos nervosa, vou a seu encontro e sento perto dele.
__Eu tenho asas, eu não sou humano, eu sou um anjo... – Igor
__Calma, então era por isso que você tinha medo de mim, vivia fugindo de mim ? – Mande
__ Tudo começou quando um raio numa noite de chuva me atingiu e sua avó me socorreu, depois de sua avó  cuidar de mim  não conseguia voltar pro meu mundo, senti um carinho especial por sua avó então decidir ficar aqui com sua avó mas você apareceu sentia  algo estranho por você , algo que não conseguia explicar, então resolvi fugir de você , mas não como eu queria, não conseguir evitar de ficar te espionando as vezes, na varanda, no rio...cheguei a te odiar por não conseguir tirar esse sentimento que você me troce a cabeça, hoje por impulso e medo que você se  ferisse  acabei colocando em jogo o meu segredo e de todos do meu mundo... –Igor
Ouvindo toda aquela explicação , vi que aquilo tudo se encachava e respondia todas as minha duvidas.
__ Eu não vou contar a ninguém o que aconteceu, você não precisa se preocupar, eu prometo – Mande
__ Eu sei que poderia confiar em você, mas  as leis do meu mundo são bem claras, “ aquele que for descoberto por um humano em seu mundo, deverá voltar imediatamente ou então aquele que o descobriu terá seu fim.’’- Igor
__ Eu não quero que você vá embora, por favor não vá- Mande
__Desculpe, mas eu não posso fazer isso, nem um anjo de meu mundo pode desobedecer as regras – Igor
Um aperto imenso no peito me abalou, e sem palavras, lagrimas começam a rolar sobre meu rosto.
E como ultimas palavras e mais belas que já possa ter ouvido Igor fala:
__ Lembre- se, histórias acontecem, algumas terminam em final feliz, outras por perguntas que talvez teriam melhor forma se não respondidas acabam como o vento ,sem fim. Mas eu quero que saiba,  finalmente depois de perguntar a mim mesmo o que era aquele sentimento que cresciam em mim, finalmente obtive uma reposta, é um sentimento que muitos querem e poucos tem, a grande minoria sabre aproveitar quando tem, é o mais doce e existente  sentimento no mundo, qualquer que seja o mundo, é vivo em quanto se rega, é frágil como uma pétala de flor quando não é intenso e profundo...o amor. Espero que jamais esqueça de mim ,pois onde estiver sempre em meu coração guardarei você, talvez você não perceba  que esteja perto de mim mas quero que saiba quando menos percebe eu estarei ao seu lado. - Igor
E como uma pétala de flor jogada no ar  o Igor se foi,talvez eu nunca o veja mais, mas sempre saberei que ele está do meu lado e sempre me protegendo, contra tigres, e as mais fortes feras existentes no mundo, pois ele não luta com espadas mas com o coração.

                                                       Autora: Slife


    O que achou ? Deixe um comentário.